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SA37 Cinema São
Jorge, Lisboa, Portugal, 2004 concurso por convite
Carlos Sant’Ana com João Seco, Elsa Caetano em parceria
com Aula do Risco
Partimos para a definição das duas principais componentes
do projecto. A primeira, refere-se ao programa de utilização
do futuro Cinema, que teve como preocupação encontrar
um modelo de viabilidade económica para o mesmo. Assim, chegou-se
à conclusão de que o futuro equipamento cultural deverá
ter uma vocação multi-usos, repartida entre as áreas
de espectáculos, reuniões, exposições,
logismo criativo e restauração, e além disso,
corresponder claramente à elevação dos padrões
de qualidade citadina a que temos assistido na Avenida da Liberdade
ao longo das duas últimas décadas. Na arquitectura,
contemplamos duas vertentes estruturantes bastante claras: a recuperação
da traça original do edifício, com especial destaque
para a reposição da sua monumental sala de cinema
e a construção de um novo volume arquitectónico
que não afecte a percepção exterior do edifício,
o qual aproveita de forma inteligente o vazio actualmente existente
entre o tecto suspenso e a cobertura.
imagens : 1
: 2 : 3
: 4 : 5
: vista do foyer inferior
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